sexta-feira, 2 de julho de 2010

Filho pródigo é uma parábola;
De um jovem que resolveu;
Pegar a sua herança;
E no mundo se meteu.
Viver só na boemia;
Festança noite e di;,
Muita coisa aconteceu.

A conversa tem início;
Do filho com o seu pai;
Na fazenda da família;
Dizendo que ele vai;
Em busca de vida mansa;
Quer sua parte da herança;
Pega a grana e sai.

Como ficou esse pai;
Podemos imaginar;
Sabendo que o próprio filho;
Não quer com ele somar;
Mas não lhe caiu o brio;
Sabia que volta ao trilho;
Quem dele se desviar.

Quando a herança acabou;
Teve que trabalhar;
A dificuldade chegou;
Por aquele lugar;
A ponto de um chiqueiro;
Se quisesse dinheiro;
Teria que ir limpar.

Mas o que ele ganhava;
Não era o suficiente.
A fome trégua não dava;
Começa a ficar descrente.
Então do seu pai se lembrou;
E a saudade brotou;
Se arrependeu, felizmente.


Para o pai ele chegou;
E abriu seu coração;
Arrependido estou;
E quero o seu perdão.
Trabalho de empregado;
Faço todo seu agrado;
Somente em troca do pão.

Diante dessa atitude;
O filho ao pai comoveu;
Ficou tão emocionado;
Que o passado esqueceu.
Ordenou ao empregado;
Fazer tudo organizado;
Melhor presente lhe deu.

O outro filho mais velho;
Não gostou do acontecido.
Disse ter trabalhado;
E derrepente traído.
Ao saber que uma festa;
Inclusive a quem não presta;
Seria oferecida.

Mas o pai quando é sábio;
Tem o controle na mão;
Educa todos iguais;
Com amor no coração.
Tudo que tenho é seu;
Este estava morto, viveu;
Vivamos em união.

Isso fica provado:
Não adianta brigar;
As coisas têm vários lados;
Com intenção de ensinar.
Isso é argumento;
O saber leva algum tempo;
Se quiser observar.

2 comentários:

Natália Fragoso disse...

Oiia, os textos dele, ameii.
abraços segundo*

Natália Fragoso disse...

eiiiii, valeu viu pela ajuda no blog*